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Sobre o Projeto Fragmentos Florestais

O Amazon Biodiversity Center (também conhecido como Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais–PDBFF) realiza pesquisa científica sobre o impacto da derrubada das florestas na diversidade dos ecossistemas, animais e plantas da floresta amazônica brasileira.

Fundado em 1979 pelo conhecido biólogo conservacionista Dr. Thomas Lovejoy, o PDBFF é o maior e mais antigo estudo sobre fragmentação de hábitats, sendo ainda o projeto de pesquisa de conservação mais produtivo no mundo. O projeto já treinou centenas de cientistas, que por sua vez publicaram mais de 700 artigos em revistas científicas, e produziu perto de duas dúzias de estudos sobre hábitats isolados em outras partes do planeta. O projeto também inspirou dezenas de dirigentes mundiais a preservar a biodiversidade e robustez de ecossistemas tanto na Amazônia — “os pulmões do planeta” — como nas florestas do resto do mundo.

O Amazon Biodiversity Center é uma organização sem fins lucrativos registrada no Internal Revenue Service dos Estados Unidos (EIN 83-0572780), que trabalha em cooperação com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

 
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WHAT'S IN A NAME?

The Amazon Biodiversity Center has had many names.  It was originally called the Minimum Critical Size of Ecosystems Project in 1979 by Dr. Lovejoy to describe the original intent of the project to understand whether smaller or larger forest fragments preserved biological diversity.  For most of its life, it has been known as the Biological Dynamics of Forest Fragmentation Project (BDFFP) or the Portuguese equivalent, Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais (PDBFF).  Sometimes it is simply referred to as the Amazon Forest Fragments Project.  Guests of Dr. Lovejoy's to the project's research reserve often know it as Camp 41, so named for the camp where they stay on visits at the 41st kilometer marker on the reserve's road.  In 2013, the project's Advisory Board adopted the name Amazon Biodiversity Center as an overarching entity that includes the BDFFP but also can house additional projects and work intended to increase the awareness and understanding of the impacts of ecosystem fragmentation on biological diversity.

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WHY IS THIS PROJECT SO IMPORTANT?

Por que esse projeto é tão importante?

A floresta amazônica é a maior e mais diversa floresta tropical no mundo.

O desenvolvimento humano está exercendo crescente pressão sobre os ecossistemas da floresta amazônica. Com o aumento da população e sua dispersão, a floresta está sendo derrubada e dividida em partes menores devido à abertura de estradas, ao surgimento de cidades e  fazendas. Nas últimas décadas, centenas de milhares de hectares foram desmatados para dar lugar à agropecuária, especialmente para a produção de soja e para pastagem para gado.

A integridade e segurança da floresta amazônica são essenciais não apenas para os brasileiros, mas para toda a humanidade. Os ecossistemas da Amazôniaguardam e sequestram um décimo do carbono terrestre mundial, ajudando a estabilizar o clima, limpando o ar e fornecendo água. Esses ecossistemas abrigam milhares de espécies de plantas e animais, algumas das quais têm valor como produtos medicinais e para outros usos.

Dados o aumento do desenvolvimento e a necessidade de preservar a floresta que resta, está se tornando cada vez mais importante preservar aintegridade e biodiversidade das florestas tropicais.

Tendo isso em mente, o Dr. Thomas Lovejoy criou o PDBFF. Localizado estrategicamente em uma vasta área que intercala fazendas e florestas contínuas ricas em diversidade, a região de estudo do PDBFF abrange cerca de 1.1000 quilômetros quadrados e inclui uma série de fragmentos florestais com áreas de 1, 10 e 100 hectares e sítios-controle na floresta adjacente intacta ,e matrizes dominadas por pastos e florestas secundárias que voltaram a crescer e estão em diferentes estádios de regeneração e composição de espécies. Toda essa área de estudo  foi decretada Área de Relevante Interesse Ecológico, ou ARIE, uma classificação de terras destinada para conservação dentro do sistema brasileiro de conservação (SNUC – Sistema Nacional de Unidades de Conservação)com proteção federal do Brasil.

O PDBFF tem aprendido muito sobre os efeitos do desmatamento na biodiversidade. O projeto está obtendo uma compreensão melhor sobre as intrincadas mudanças nos ecossistemas nas bordas recém-criadas da mata, que sofrem grandes mudanças em função da penetração de luz, cobertura do solo e interação humana.

Vídeo em câmera rápida do desmatamento no sul do Brasil

Courtesy: NASA, USGS

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The Amazon Biodiversity Center was born out of the SLOSS (single large or several small reserves of equal area) debate in the mid - 1970s (Laurance et al. 2004) about the application of the theory of island biogeography to conservation planning. The debate determined that the species richness and the rate of growth increase as the area of a reserve increases. It also determined that the shape of a reserve is very important to the species diversity. Reserves with a large surface area to volume ratio tend to be affected more by edge effects than reserves with a small surface area to volume ratio. The distance between reserves and the habitat surrounding the reserves (the matrix) can affect species richness and diversity as well (Tjorve 2010).

Despite the seeming logic of these ideas, ecologists questioned the results of the SLOSS debate due to the lack of a critical body of evidence on the subject. Many ecologists began to conduct studies and experiments on fragmented ecosystems to fill this gap, including Dr. Thomas E. Lovejoy, who designed a large-scale experiment that studied the effects of different sizes of fragmentation to animals, plants, and ecological processes. Lovejoy’s objective throughout the experiment was to gain insight on the effects of habitat fragmentation on species in tropical rainforests. He called it the Minimum Critical Size of Ecosystems Project (the name was later changed to the Biological Dynamics of Forest Fragments Project, as it has been known for most of its life).

In 1979, the National Institute of Amazonian Research (INPA) approved Dr. Lovejoy’s experiment, and he asked Richard Bierregaard to oversee fieldwork on the project. The two ecologists started the project in rainforests on the outskirts of Manaus, Brazil. The BDFFP has become one of the most important studies of fragmentation in tropical forests because it is the only long-running study with data before fragments were created with the original data being from the continuous forest (Laurance et al. 2004).

 

PROJECT HISTORY